VIGIA VARAO

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Grupos de Cida Diogo e Walmir Vitor se separam

Fonte: Diário do Vale, 19 de Agosto de 2009


Volta Redonda

A eleição do presidente, da Comissão Executiva e do Diretório Municipal do PT vai acontecer no segundo domingo de novembro, num processo que vai decidir também o comando estadual e nacional do partido. Em Volta Redonda - onde as inscrições de chapas para a disputa municipal se encerram em setembro - já há indicações de que três ou quatro chapas devem disputar a composição do Diretório e da Comissão Executiva e que duas ou três pessoas devem disputar a presidência do partido no município.

A novidade é que os grupos ligados à deputada federal Cida Diogo e ao vereador Walmir Vítor, que tradicionalmente se uniam, vão separados para a disputa.
Com a mudança, o "rolo compressor" que costumava garantir para o grupo de Cida Diogo o predomínio no partido deve perder força, e a expectativa é de uma disputa mais equilibrada. Em princípio, devem se inscrever uma chapa formada pelo grupo ligado a Cida Diogo, outra formada por grupos ligados aos vereadores Carlos Roberto Paiva e Walmir Vítor e uma terceira, composta por pessoas ligadas à deputada estadual Inês Pandeló. Existe ainda a possibilidade de inscrição de uma quarta chapa.
- Nos processos internos do PT, esse tipo de disputa entre as correntes internas da legenda é considerado normal, e o partido normalmente sai unido da disputa - comentou o vereador Carlos Roberto Paiva.

Eleição estadual

No âmbito estadual, existe uma disputa entre a corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), composta principalmente por membros da antiga Articulação, que apóia o deputado federal Luiz Sérgio na disputa pela presidência regional, o Movimento PT, ao qual a deputada federal Cida Diogo está ligada, e o grupo Mensagem.
A questão que vai extrapolar os limites do partido, no que diz respeito à eleição estadual, é a decisão do PT de lançar ou não candidatura própria ao governo do Estado do Rio. Um dos postulantes á vaga de candidato é o atual prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias.
No entanto, a aliança do PT com o PMDB nos níveis estadual e nacional pode ser abalada se o partido decidir lançar candidatura própria, contra o governador Sérgio Cabral (PMDB), que deve tentar a reeleição. O PMDB é considerado muito importante para os planos do presidente Luís Inácio Lula da Silva de eleger para a Presidência da República a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que a aliança política entre o PT e o PMDB na campanha presidencial em 2010 "vai depender das decisões locais". Para ele, o PMDB, ao qual é filiado no Rio Grande do Sul, "é uma confederação de partidos regionais", sem "nome nacional" para disputar a Presidência, e a adesão do partido vai depender dos interesses em cada estado.
Segundo Jobim, "a lógica do PMDB" faz com que as lideranças locais só se engajem na campanha nacional "se favorecer as eleições estaduais". Ele avaliou que o PMDB e o PT poderão estar em lados opostos nas eleições no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, São Paulo, na Bahia e em Pernambuco.

Leia: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,8832.html

Um comentário:

Claudio Carvalho disse...

Alan, o resultado foi extramente positivo. Tem que existir oposição política nessa cidade. Parabéns a todos.

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